Confesso que me auto-descrever é embaraçoso e um tanto complicado, porque diariamente eu mudo meus conceitos, e formulo metas e mais metas mentais. Na verdade as vezes eu acho que sou um pouco de muita coisa, ou muitas coisas em um pouco dependendo do ponto de vista do telespectador. Minha vida é aberta – sim como uma TV aberta – Não escondo nem tento maquiar nada de ninguém, sou eu mesma todo tempo e particularmente acho melhor assim. Eu não minto e sou o mais sincera possível em todas as ocasiões talvez porque já quebrei muito a cara com pessoas mentirosas ou por que moldei e continuo moldando meu caráter desse jeito. Começo a escrever e não paro mais, talvez as letras digam um pouco do muito pouco que eu ainda sou - ou talvez não porque letras não falam.
Expressão facial, um pouco de dança e tchãrááán! Você acaba de criar uma cópia de mim, ou pelo menos metade dela. A outra metade vem da força de vontade da pessoa que criou – e se conseguiu fazer isso.
De tanto exercício o aprendizado é natural, aprendo naturalmente com isso e com as queimaduras que eu ganho lá fora. Mas mesmo assim, eu não consigo ser “metade” em alguma coisa que eu faço, pode ser difícil e um tanto cansativo, mas se é pra viver então pra que viver morrendo? Eu escolho a outra opção, o outro lado da moeda. Talvez a parte careta da vida. Respeito, obedeço e amadureço conforme a musica toca, conforme o tocar do meu Dj predileto, e a sensibilidade do meu ouvido a música Dele.
Enquanto as pessoas continuarem pensando pequeno, o Mundo sempre será um cubículo.
Ritchélly Cezar Fritch, 16 anos, estudante de Web Design, baixinha, cristã e meio doida.